Kely Freire, Advogado

Kely Freire

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Especialista em Mediação e Gestão de Conflitos

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Ric   , Assistente Administrativo
Ric
Comentário · há 9 anos
Acredito que deveria ser feita a avaliação de uma forma diferente. Por exemplo, dentro do próprio curso, antes de se formar. Filtrar as pessoas depois de formadas, formadas por faculdades que praticam "estelionato educacional", e deixando-as continuar funcionando, reprovando apenas àqueles que lá estudaram, eu entendo como errado/desumano. Para que o exame fosse justo, sem entrar no mérito de necessário ou não, o ensino deveria ser ministrado em nível correspondente ao necessário para poder operar o direito satisfatoriamente. Mas, parece que há algo que não "transpira" e as tais faculdades continuam a existir como verdadeiras "arapucas", fraudando a lei e lesando alunos, pois tais faculdades estão sob a égide do MEC - que não faz o seu dever, não exerce a sua função, podendo-se dizer que parecer respaldar um ensino comprometido, ineficiente. Há faculdades que deixam de ter entre seus professores, mestres, em função do custo operacional, parecendo que está perfeito, parecendo ser o correto. Creio poder se comparar o atual ensino do Direito como uma "gangrena" e a OAB corta a cabeça do paciente sem atacar a causa da enfermidade, a enfermidade em si. (não que caiba à OAB essa função, mas ao MEC). É só fazer uma conta matemática da quantidade de bacharéis que se inscrevem para prestar o exame e a quantidade de aprovados (algo em torno de 15%). Será que há tantos "bacharéis burros/despreparados", ou o errado está nas faculdades, no ensino ministrado? Têm-se a impressão de que o nível do exame não está no mesmo nível do estudo ministrado, ou, o estudo ministrado está aquém do mínimo necessário para que os bacharéis sejam aprovados nos exames e possam exercer a profissão. Parece, que na verdade, está tudo errado. Como afirmei anteriormente, sem entrar no mérito de haver ou não o exame de proficiência, as pessoas estão mal preparadas, e em assim sendo não deveriam estar diplomadas, não deveriam ser bacharéis. Deveriam permanecer nos cursos até estarem devidamente preparadas. Dessa maneira, a relação de inscritos -X- aprovados seria diferente. Outro ponto pernicioso são os tais "cursinhos", que se propões a "enfiar goela abaixo" cinco anos de estudos em alguns dias. Será que alguém consegue fazer essa proeza ou é apenas mais uma maneira de vender o que não pode ser entregue. Creio, que está tudo errado!
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